Arquivo para Julho 3rd, 2008

Instruções para matrícula de alunos especiais

Julho 3, 2008

A Programação Acadêmica para alunos especiais no Mestrado em Educação (2008/2) estará disponível na Secretaria de 01 a 25 de julho de 2008 no horário das 8h às 12h e das 13h 30min às 17h 30min. Após receber o formulário de inscrição, o candidato selecionará as atividades que gostaria de freqüentar no semestre (seminários temáticos, disciplinas optativas, disciplinas eletivas, disciplinas obrigatórias e/ou grupos de pesquisa).

A participação nos Grupos de Pesquisa não contabilizará créditos para os alunos especiais, mas a inscrição prévia é necessária para a avaliação do professor coordenador do grupo. Nas reuniões dos grupos de pesquisa são discutidas pesquisas desenvolvidas nas áreas específicas da Educação.

Até o dia 25 de julho de 2008, o candidato deverá entregar na Secretaria do Mestrado em Educação:

(*) Programação Acadêmica preenchida e assinada;

(*) Texto (01 página) contendo o nome do candidato e da disciplina/seminário/grupo de pesquisa pretendido. No texto deve estar descrito: a sua formação, sua atividade profissional, experiência em pesquisa e uma justificativa do interesse em participar das atividades no Mestrado em Educação;

(*) Curriculum Vitae resumido

Obs: Os professores responsáveis pelos seminários, disciplinas e grupos de pesquisa farão a análise dos textos. A lista dos candidatos selecionados será publicada em 30 de julho de 2008. A matrícula deverá ser efetuada nos dias 31 de julho e 01 de agosto de 2008, na Secretaria do Mestrado em Educação (bloco 29 – 4º piso). Serão selecionados até 05 (cinco) alunos especiais em cada seminário, disciplina e grupo de pesquisa, a critério de cada professor. O valor da mensalidade será de acordo com a quantidade de créditos que o aluno cursar. Cada crédito custa atualmente R$ 930,00 (Novecentos e trinta reais). O valor total do semestre poderá ser parcelado em 06 vezes. O vencimento da primeira parcela será no dia 10 de agosto de 2008. As aulas iniciarão a partir do dia 04 de agosto de 2008.

O candidato poderá ser chamado para uma entrevista a critério do professor responsável pela disciplina/seminário/grupo de pesquisa.(documentado: RG, CPF, diploma e histórico de curso superior, certificados, etc…). Trazer documentos originais para conferência.

A DOCUMENTAÇÃO DOS CANDIDATOS INSCRITOS E NÃO APROVADOS PODERÁ SER RETIRADA NA SECRETARIA DO PMAE ATÉ 30 DE SETEMBRO DE 2008. APÓS ESTA DATA OS DOCUMENTOS SERÃO ELIMINADOS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº104/CONSUN/02 DA UNIVALI QUE APROVA A TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS DA PROPPEC.
Veja os arquivos a seguir:

Blog cita texto de Pino

Julho 3, 2008

A pesquisadora, educadora e blogueira Lilian Starobinas comenta o artigo “O social e o cultural em Vigostki”, do professor Angel Pino, do PMAE.

O artigo foi publicado em 2000 na revista Educação & Sociedade, e já é considerado um texto de referência para a área.

Para Starobinas, Pino enfrenta um tema difícil, mas mesmo assim consegue “ser poético”.

Resultados do edital de Ciências Humanas do CNPq

Julho 3, 2008

O CNPq divulgou os pesquisadores contemplados no Edital de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas.

A lista pode ser conferida aqui: http://www.cnpq.br/resultados/2008/003.htm

Observatório da Educação apresenta pesquisas

Julho 3, 2008

Brasília, 02/07/08 – O andamento das primeiras pesquisas educacionais de pós-graduação, financiadas pelo programa Observatório da Educação, começa a ser apresentado nesta quarta-feira, 2, e se encerra na quinta-feira, 3, em Brasília. O 1º Seminário do Observatório da Educação, no auditório da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC), reúne os coordenadores dos 28 projetos de pesquisa iniciados em 2006, com a criação do programa.

O Observatório estimula programas de mestrado e doutorado a realizar pesquisas educacionais a partir de informações oferecidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC). Os grupos de pesquisa financiados devem analisar dados dos censos da educação superior e da educação básica, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), da Prova Brasil e do Cadastro Nacional de Docentes, entre outros disponíveis nos bancos de dados do Inep.

“Essa é uma massa de dados muito pouco utilizada em pesquisas”, justifica o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes. O diretor de Educação Básica da CAPES, Dilvo Ristoff, acredita que os dados precisam de interpretação qualitativa. “Esses dados, se não contextualizados no tempo e no espaço, não têm significado”, afirma. Para ele, as pesquisas permitem conhecer melhor as escolas, os professores e os alunos. “Com elas, é possível construir políticas ancoradas em interpretações sólidas dos dados.”

Até agora, foram destinados cerca de R$ 2 milhões por ano para financiar as pesquisa. “Mas o nosso orçamento terá aumento significativo, para R$ 5,5 milhões”, informa Ristoff.

Dois anos após a abertura do primeiro edital do programa, os grupos de pesquisa de mestrado e doutorado vêm a Brasília apresentar o trabalho realizado e trocar experiências sobre a pesquisa com dados educacionais. Há a expectativa de que os grupos possam continuar os estudos nas universidades de origem após o fim do financiamento do Observatório da Educação, que dura quatro anos.

Resultado de parceria entre Inep e CAPES, o programa recebe o apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) no edital de 2008. Os novos grupos de pesquisa terão de apresentar projetos relacionados aos seguintes eixos temáticos: educação básica, superior, profissional e tecnológica, continuada, a distância, de jovens e adultos, no campo, quilombola, especial e integral. As pesquisas devem ter como prioridade a formação de professores. O edital deve ser lançado ainda este mês.

(Brasília, 02/07/08 – O andamento das primeiras pesquisas educacionais de pós-graduação, financiadas pelo programa Observatório da Educação, começa a ser apresentado nesta quarta-feira, 2, e se encerra na quinta-feira, 3, em Brasília. O 1º Seminário do Observatório da Educação, no auditório da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC), reúne os coordenadores dos 28 projetos de pesquisa iniciados em 2006, com a criação do programa.

O Observatório estimula programas de mestrado e doutorado a realizar pesquisas educacionais a partir de informações oferecidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC). Os grupos de pesquisa financiados devem analisar dados dos censos da educação superior e da educação básica, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), da Prova Brasil e do Cadastro Nacional de Docentes, entre outros disponíveis nos bancos de dados do Inep.

“Essa é uma massa de dados muito pouco utilizada em pesquisas”, justifica o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes. O diretor de Educação Básica da CAPES, Dilvo Ristoff, acredita que os dados precisam de interpretação qualitativa. “Esses dados, se não contextualizados no tempo e no espaço, não têm significado”, afirma. Para ele, as pesquisas permitem conhecer melhor as escolas, os professores e os alunos. “Com elas, é possível construir políticas ancoradas em interpretações sólidas dos dados.”

Até agora, foram destinados cerca de R$ 2 milhões por ano para financiar as pesquisa. “Mas o nosso orçamento terá aumento significativo, para R$ 5,5 milhões”, informa Ristoff.

Dois anos após a abertura do primeiro edital do programa, os grupos de pesquisa de mestrado e doutorado vêm a Brasília apresentar o trabalho realizado e trocar experiências sobre a pesquisa com dados educacionais. Há a expectativa de que os grupos possam continuar os estudos nas universidades de origem após o fim do financiamento do Observatório da Educação, que dura quatro anos.

Resultado de parceria entre Inep e CAPES, o programa recebe o apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) no edital de 2008. Os novos grupos de pesquisa terão de apresentar projetos relacionados aos seguintes eixos temáticos: educação básica, superior, profissional e tecnológica, continuada, a distância, de jovens e adultos, no campo, quilombola, especial e integral. As pesquisas devem ter como prioridade a formação de professores. O edital deve ser lançado ainda este mês.

(Assessoria de Imprensa da Capes)